Em 2006, o público conheceu uma das histórias mais icônicas sobre carreira e sobrevivência no mundo profissional com o lançamento de O Diabo Veste Prada. O filme acompanha a jovem jornalista Andy Sachs, interpretada por Anne Hathaway, que consegue um emprego em uma das revistas de moda mais influentes de Nova York e passa a trabalhar diretamente para a exigente editora-chefe Miranda Priestly, vivida por Meryl Streep.
Entre prazos impossíveis, demandas absurdas e um universo altamente competitivo, Andy vive uma verdadeira maratona de desafios profissionais, e o público também aprende algumas verdades duras (e bastante reais) sobre o mercado de trabalho.
Agora, quase duas décadas depois, a história ganha um novo fôlego em torno de O Diabo Veste Prada 2. O interesse renovado pelo universo da revista Runway também reacende uma pergunta que nunca deixou de ser atual: o que é preciso para sobreviver, e se destacar, em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo?
Não por acaso, o primeiro filme foi um fenômeno global, arrecadando aproximadamente US$ 326,7 milhões, consolidando-se como um clássico moderno sobre carreira, ambição e escolhas pessoais. Mas o sucesso não veio apenas pelo glamour da moda ou pelas frases icônicas e um pouco polêmicas da Miranda. Ele veio porque, no fundo, todo mundo se identificou com a trajetória de Andy: a insegurança do primeiro emprego, a pressão por resultados, a sensação de não estar preparado… e o desejo enorme de provar o próprio valor.
Para quem está vivendo a experiência universitária, ou se preparando para entrar no mercado, essa história continua extremamente atual. E é exatamente aí que entra a conexão com a vida acadêmica.
Da Runway para a sala de aula: o que o filme ensina sobre carreira
Quem já assistiu ao primeiro filme provavelmente lembra da primeira semana de Andy no trabalho. Ela chega confiante, mas rapidamente percebe que o ambiente é mais complexo do que imaginava. As regras não estão escritas, as expectativas são altíssimas e o ritmo não perdoa os iniciantes.
Se trocarmos a redação da revista por uma universidade, a sensação pode ser parecida.
Ingressar no ensino superior também significa entrar em um novo universo de oportunidades, responsabilidades e descobertas. É onde muitos alunos começam a construir as competências que serão decisivas para suas trajetórias profissionais.
E se há algo que a história de Andy nos ensina é que ninguém nasce pronto para o mercado, mas todos podem aprender a navegar por ele com inteligência.
Pensando nisso, separei algumas lições inspiradas no universo de O Diabo Veste Prada que podem te ajudar a se preparar para o seu futuro profissional.
1. O primeiro passo nem sempre será o emprego dos sonhos
Andy queria ser jornalista investigativa. Acabou trabalhando em uma revista de moda, um universo completamente diferente do que imaginava.
No início, ela enxerga o emprego apenas como um sacrifício temporário. Mas logo percebe que, independentemente da área, cada experiência pode ser uma oportunidade de aprendizado.
No mercado atual, essa flexibilidade é essencial. Muitos profissionais começam em posições que não representam exatamente o destino final da carreira. Ainda assim, essas experiências ajudam a desenvolver habilidades valiosas como organização, comunicação, resiliência e visão estratégica.
Na universidade, isso se traduz em aproveitar estágios, projetos acadêmicos, iniciação científica e atividades extracurriculares. Nem sempre serão exatamente aquilo que você imaginava fazer, mas podem abrir portas inesperadas.
2. Aprender rápido é uma habilidade poderosa
Uma das viradas mais marcantes do filme acontece quando Andy decide parar de resistir ao ambiente e começa a aprender com ele.
Ela observa, estuda, entende o funcionamento da indústria e passa a antecipar as demandas do trabalho.
No mundo profissional atual, essa capacidade de adaptação é uma das competências mais valorizadas. Empresas procuram pessoas que aprendam rápido, que consigam lidar com mudanças e que estejam dispostas a evoluir constantemente.
A universidade é o ambiente ideal para desenvolver essa mentalidade. Cada disciplina, projeto ou desafio acadêmico funciona como um laboratório para treinar essa habilidade.
3. Networking não é sobre status, é sobre conexões
Outro ponto importante da história é a rede de contatos que Andy constrói ao longo da trama. Algumas dessas conexões ajudam sua carreira a dar passos importantes. No mercado de trabalho, relacionamentos profissionais fazem diferença.
Conversar com professores, participar de eventos acadêmicos, assistir palestras, interagir com colegas de diferentes cursos, tudo isso amplia horizontes e cria oportunidades.
Ambientes universitários que promovem contato direto com profissionais do mercado tornam essa construção de rede ainda mais natural e estratégica.
4. Competência técnica importa, mas postura também
Miranda Priestly não tolera amadorismo. No universo da Runway, todos precisam demonstrar excelência.
Embora o filme leve isso ao extremo, ele revela uma verdade importante: competência técnica precisa caminhar junto com postura profissional. Pontualidade, responsabilidade, organização e capacidade de trabalhar em equipe são características tão valorizadas quanto o conhecimento técnico.
A universidade é justamente o espaço onde essas habilidades começam a ser desenvolvidas na prática.
5. Saber quem você é faz toda a diferença
Talvez a maior lição de Andy no filme seja perceber que sucesso profissional não pode significar perder a própria identidade.
Em determinado momento da história, ela se pergunta até que ponto está disposta a ir para crescer na carreira.
Essa reflexão é extremamente relevante para estudantes que estão construindo seus caminhos. Ter clareza de valores, objetivos e prioridades ajuda a tomar decisões mais conscientes ao longo da trajetória profissional.
E o que tudo isso tem a ver com a universidade? Muito.
Antes de enfrentar as “Mirandas Priestly” do mundo corporativo, existe um lugar onde os alunos podem experimentar, aprender, errar, evoluir e descobrir seu potencial.
Esse lugar é a universidade.
Na FUMEC, a formação vai muito além da sala de aula. O contato direto com professores experientes, profissionais do mercado, projetos práticos, eventos acadêmicos e parcerias com empresas cria um ambiente onde o aluno começa a desenvolver justamente as habilidades que fazem diferença no mundo profissional.
Aqui, os alunos têm acesso a experiências que simulam os desafios reais das profissões, participam de atividades que ampliam sua visão de mercado e constroem uma rede de contatos que pode acompanhar toda a carreira.
Ou seja: quando chegar o momento de enfrentar um ambiente profissional exigente, como o retratado em O Diabo Veste Prada, a preparação já terá começado muito antes.
Se há algo que o universo de O Diabo Veste Prada nos ensina é que talento sozinho não basta. É preciso preparo, atitude, curiosidade e disposição para aprender continuamente.
E uma das decisões mais importantes para construir esse caminho é escolher o lugar certo para estudar.
Por isso, se você está pensando nos próximos passos da sua trajetória profissional, uma dica que não pode faltar é considerar a Universidade FUMEC. Aqui, você encontra professores qualificados, contato com o mercado, oportunidades de networking e uma formação pensada para quem quer se destacar.
Quer dar o primeiro passo rumo ao seu futuro profissional?
Acesse o processo seletivo da FUMEC e descubra como começar essa jornada.
