PRÁTICAS E CONTROLE DA CORRUPÇÃO NO PROCESSO DE ANÁLISE E CONCESSÃO DE CRÉDITO: UMA PROPOSTA DE BASE DE DADOS PARA SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD)

Lucas Cristiano Ferreira ALVES

Resumo


Este estudo evidencia as práticas corruptas e os mecanismos de controle da corrupção no processo de análise e concessão de crédito bancário e propõe uma base de dados para o combate a essas práticas e disfunções. A corrupção no Brasil – como em qualquer outro país – decorre da inabilidade em oferecer resistência aos riscos de oportunismo, inerente às transações humanas, mediadas por instituições públicas e privadas. Mecanismos de controle e prevenção permitem diminuir as oportunidades de corrupção por meio da simplificação de procedimentos e regulamentações por intermédio do incremento da qualidade no uso da tecnologia da informação. O segmento bancário, área em foco nesta pesquisa, foi aqui representado por um Banco com atuação nacional, sendo o público entrevistado constituído por assistentes, gerentes e auditores, o que permitiu à pesquisa uma grande diversidade de contribuições e posicionamentos quanto ao tema proposto. Na metodologia, foram utilizadas a pesquisa exploratória e a análise de conteúdo. Para a descrição dos conteúdos contidos nos depoimentos, foi realizada a análise temática. Os resultados obtidos evidenciaram a existência de várias práticas corruptas, desvios de conduta e de mecanismos de controle que podem ser utilizados para mitigar essas práticas durante o processo de análise e concessão de crédito. Os dados gerados podem vir a servir de suporte na estruturação de um sistema de apoio à decisão em instituições bancárias. Foi possível identificar também as ações de maior recorrência e as principais fragilidades nas operações de crédito. Esses levantamentos possibilitam novas análises com diferentes abordagens, devido à grande quantidade de conceitos identificados durante as entrevistas.

 

Palavras-chave: Práticas corruptas.  Mecanismos e sistemas de controle. Base de dados. Sistema de apoio à decisão.

 


Texto completo:

PDF

Referências


REFERÊNCIAS

ALATAS, Syed. Corruption: Its Nature, Causes and Functions. Aldershot: Avebury, 1990.

ALTER, Steven. Information systems: a management perspective. USA: Addison-Wesley Publishing Company, 1992.

ANHAIA, Artur Vitoriano Gaieski. Contabilidade bancária: teoria e prática. Rio Grande do Sul: [s.n], 1996.

AVRITZER, Leonardo et al. (Org.). Corrupção: ensaios e críticas. Belo Horizonte: UFMG, 2008.

AWAD; Elias M., Management Information Systems, Benjamin/Cummings, 1988.

BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Discricionariedade e controle jurisdicional. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 2006.

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1979.

BCBS. International convergence of capital measurement and capital standards. Basle: Basle Committee on Banking Supervision, 1988.

BITTENCOURT, Guilherme. Inteligência Artificial: ferramentas e teorias. Florianópolis: Editora da UFSC, 1998.

BLATT, Adriano. Avaliação de risco e decisão de crédito: um enfoque prático. São Paulo: Nobel, 1999.

BRITO, Osias. Gestão de riscos: uma abordagem orientada a riscos operacionais. São Paulo: Saraiva, 2007.

BROWN, Alexander Jonathan. What We Are Trying to Measure? Reviewing the Basis of Corruption Definition. In: SAMPFORD, Charles; SHACKLOCK, Arthur; CONNORS, Carmel; GALTUNG, Fredrik (Ed.). Measuring Corruption (Law, Ethics and Governance). Burlington: Ashgate Publishing, 2006. p. 57–79.

BRASIL. LEI Nº 6.385, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1976. Dispõe sobre o mercado de valores mobiliários e cria a Comissão de Valores Mobiliários. Brasília,1976. Disponível em: . Acesso em: 30 jun. 2013.

BRASIL. Código Penal. 1940. Disponível em:. Acesso em: 30 jun. 2013.

BURC; Burch, John G. e Gary Grudnitski, Information Systems - Theory and Practice, John Wiley & Sons, 1989.

CASSARRO, A. C. Sistemas de informações para tomada de decisões. 3. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Acino. Metodologia científica. São Paulo: Person Prentice Hall, 2002.

CGU - CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO. Princípios empresariais para combater o suborno. Disponível em:

/arquivos/Portugues-Principios-Empresariais-para-Combater-o-Suborno-Pequenas-Medias.pdf>. Acesso em: 03 ago. 2013.

CHAVES, Leonardo Corrêa et. al. Sistemas de apoio à decisão: mapeamento e análise de conteúdo. Revista Eletrônica de Ciência Administrativa. FACECLA, Campo Largo, v. 12, n. 1, p. 6-22, 2013.

CHURCHILL JR., Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing criando valor para os clientes. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2000.

CNJ – CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Nepotismo. Disponível em: . Acesso em: 30 jun. 2013.

COMPARATO, Fábio, K. Ética: direito, moral e religião no mundo moderno. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

COSTA, Fernando Nogueira da. Mercado negro ou economia subterrânea: corrupção privada. Disponível em:

. Acesso em: 4 ago. 2013.

COSTA, José de Faria; RAMOS, Maria Elizabete. O crime de abuso de informação privilegiada. Antanhol: Coimbra, 2006.

COSTA, Yuri Richard da Silva. Mecanismos de prevenção e combate à corrupção em bancos: um estudo sobre a perspectiva de gerentes e funcionários de instituições financeiras. 2011. 112 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Faculdade de Ciências Empresarias, Universidade Fumec, Belo Horizonte, 2011.

COUTRIM, Rosa Maria da Exaltação et al. A prática de corrupção em empresas. Itabirito: [s. n.], 2005.

DELLOITE. Metodologia de auditoria contínua de crédito. São Paulo: IBCB, 2006. 108p.

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BANCOS (FEBRABAN). Função de compliance. Disponível em:

Compliance. pdf>. Acesso em: 23 set. 2013.

FERREIRA, Márcia. Do desvio de função, equiparação e enquadramento salarial. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2013.

FILGUEIRAS, Fernando. A tolerância à corrupção no Brasil: uma antinomia entre normas morais e prática social. Opinião Pública, Campinas, vol. 15, nº 2, Novembro, 2008, p.386-421.

FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. 16. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.

FREITAS, Henrique M. R., CUNHA JR., Marcos V. M.; MOSCAROLA, Jean. Aplicação de sistemas de software para auxílio na análise de conteúdo (Notas & Comunicações). Revista de Administração da USP, São Paulo, n. 32, v. 3, p. 97-109, jul./set. 1997.

FREITAS, Newton. Teoria geral do crédito bancário. Disponível em: . Acesso em: 9 abr. 2014.

GAMBETTA, Diego. Corruption: An Analytical Map. In: KOTKIN, Stephen; SAJO, Andras. Political Corruption in Transition: A Skeptical Handbook. Budapest: Central Europe University, 2002. p.33-56.

GARCIA, Emerson. O nepotismo. JAM Jurídica, Salvador, ano 11, n. 4, p. 19, abr. 2006.

GARCÍA, Jaime., RAYMOND, José Luis., VALDÉS, Teófilo. La detección del fraude en la imposición de la renta: un análisis microeconométrico. Cuadernos Económicos de I.C.E., Madrid, n. 34, v. 3, p. 45-63, 1986.

GIL, Antônio de Loureiro. Como evitar fraudes, pirataria e conivência. São Paulo: Atlas, 1998.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989.

GITMAN, Lawrence Jefrey. Princípios de administração financeira. 7. ed. São Paulo: Harbra, 1997.

GLAZIER, Jack D., POWELL, Ronald R. Qualitative research in information management. Englewood, CO: Libraries Unlimited, 1992.

GODOY, Arilda Schmidt. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 38, n.1, jan./mar. 1995.

JESUS, Damásio Evangelista de. Código Penal anotado. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2001.

JOHNSTON, Michael. The Search for Definitions: The Vitality of Politics and the Issues of Corruption. International Social Science Journal, Unesco, v. 48, n. 3, p. 321-35, 1996.

JUSBRASIL. Suborno. Disponível em:

suborno>. Acesso em: 03 ago. 2013.

LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Management Information Systems. 4 ed., Upper Saddle River (N.J.) : Prentice Hall, 1997.

LUGER, George F. Inteligência Artificial: estruturas e estratégias para a solução de problemas complexos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.

MACHADO, Felipe Nery Rodrigues. Tecnologia e Projeto de Data Warehouse: Uma visão multidimensional. Tatuapé: Érica, 2006.

MANZI, Vanessa Alessi. Compliance no Brasil: consolidação e perspectivas. São Paulo: Saint Paul, 2008.

MANZINI, Eduardo José. A entrevista na pesquisa social. Didática, São Paulo, v. 26/27, p. 149-158, 1990/1991.

MELLAGI FILHO, Armando; ISHIKAWA, Sergio. Mercado de capitais. São Paulo: Atlas, 2000.

MENDONÇA, Ana Rosa Ribeiro de. O Acordo da Basileia de 2004: uma revisão em direção às práticas de mercado. Revista Economia Política Internacional: Análise Estratégica, São Paulo, n. 2, p. 27-37, jul./set. 2004.

Microstrategy. Entrerprise Softwares Platforms, Disponível em: Acesso em: 28 set. 2014.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000.

MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 18. ed. São Paulo: Atlas, 2001. v. 2.

MITT; Mittra, Sitansu S., Decision Support Systems Tools and Techniques, John Wiley & Sons, 1986.

MONARD, Maria Carolina; BARANAUSKAS, José Augusto. Aplicações de Inteligência Artificial: uma visão geral. In: LAPTEC´2000 - CONGRESSO DE LÓGICA APLICADA À TECNOLOGIA, I., 2000, São Paulo. Anais... São Paulo: Faculdade SENAC de Ciências Exatas e Tecnologia, 2000. p. 339-348.

MORAIS, Eslei José de. Controles internos e estrutura de decisão organizacional: o caso da Contadoria do Banco do Brasil. 2005. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2005.

NASCIMENTO, José Carlos do. Controle judicial dos atos administrativos em face da teoria do desvio de poder. Jus Navigandi, Teresina, ano 11, n. 1164, 8 set. 2006. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2013.

NEPOTISMO. In: dicionário aurélio 2010 [online]. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2013.

NETO, S. L. R. Um modelo conceitual de sistema de apoio à decisão espacial para a gestão de desastres por inundações. 2000. Dissertação (Doutorado em Transportes) - Departamento de transportes, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo.

NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Direito: parte geral e parte especial. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de informações gerenciais: estratégias, táticas, operacionais. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

OLIVEIRA, Paulo César Fernandes et al. Artigo Sistemas Especialistas. Criciúma: ICPG – Instituto Catarinense de Pós-Graduação, 2008.

ONOFRIO, Robertto. Captação de recursos para o terceiro setor. Disponível em: . Acesso em: 13 ago. 2014.

PARDINI, Daniel Jardim et al. Práticas de corrupção e mecanismos de controle e prevenção em bancos brasileiros: um estudo sob a perspectiva de gerentes e funcionários. XXXV Encontro da ANPAD, Rio de Janeiro, 2011.

PARODI, Lorenzo. Monitor das fraudes. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2013.

PASSOS, Emmanuel Lopes. Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas ao alcance de todos. Rio de Janeiro: Soc. Ben. Guilherme Guinle, 1989.

PINTO, Jonathan; LEANA, Carrie; PIL; FITZ, K. Corrupt organizations or organizational of corrupt individuals? Two types of organization-level corruption. Academy of Management Review, v. 33, n. 3, pp. 685-709, Jul. 2008.

PIROLO, Joacir. Uma proposta para criação de uma estrutura para cobrança de dívidas em instituições bancárias e comerciais. 2003. 122 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, Florianópolis, 2003.

POLLONI, Enrico G. F. Administrando sistemas de informação: estudo de viabilidade. 2. ed. São Paulo: Futura, 2001.

POWER, D.J. A Brief History of Decision Support Systems. Disponível em: http://dssresources.com/history/dsshistory.html, Acesso em: 13 set. 2014.

PRADO, Luis Régis. Elementos de Direito Penal. São Paulo: RT, 2003. v. 2.

QLIK. Banking BI Solution, Banking Business Intelligence Solutions. Disponível em: Acesso em: 28 set. 2014.

RABUSKE, Renato Antônio. Inteligência Artificial. Florianópolis: Editora da UFSC, 1995.

RAMINA, Larissa Liz Odreski. Ação internacional contra a corrupção. Curitiba: Juruá, 2002.

RESENDE, Leonardo José Ferreira. Leis anticorrupção: empresas devem se preparar. Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte, p.8, 27 jun. 2014.

RICH, Elaine; KNIGHT, Kevin. Inteligência Artificial. 2. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1994.

ROCHA, Andréa Presas. Igualdade salarial e regras de proteção ao salário. Jus Navigandi, Teresina, ano 12, n. 1597, 15 nov. 2007. Disponível em:

br/artigos/10660>. Acesso em: 15 set. 2013.

RUSSEL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. 2. ed. Rio de Janeiro: Campos, 2004.

SÁ, Antonio Lopes de; HOOG, Wilson Alberto Zappa. Corrupção, fraude e contabilidade. Curitiba: Juruá, 2008.

SACRAMENTO, Ana R.; PINHO, José, A. G. A produção acadêmica brasileira sobre corrupção em administração pública: um estudo no período compreendido entre 1997-2008. Anais do XXXIII ENANPAD. Rio de Janeiro, 2009.

SAGE, A. P. Decision Support Systems Engineering. John Wiley & Sons, Inc., New York, 1991.

SANVICENTE, Antonio Zoratto. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1987.

SANCHES, Rogério. Peculato e seus tipos. Disponível em: . Acesso em: 3 ago. 2013.

SANTOS, Rafael Almeida dos. Compliance como ferramenta de mitigação e prevenção da fraude organizacional. 2011. 112 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP, São Paulo, 2011.

SAS. Enterprise Solutions. Disponível em: http://www.sas.com/en_us/software/enterprise-solutions.html> Acesso em: 28 set. 2014.

SECURATO, José Roberto. Decisões financeiras em condições de risco. São Paulo: Atlas, 1996.

SELLTIZ, Claire et al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: Herder, 1999.

SEMERARO, Pietro. I delitti di millantato crédito e traffico di influenza. Milano: Giuffre, 2000.

SCHRICKEL, Wolfgang Kurt. Análise de crédito: concessão e gerência de empréstimos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

SILVA, José Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

SPIRLANDELLI, Lennon Petrik et al. Sistemas especialistas: um estudo de caso com o expert sinta. Revista Eletrônica de Sistemas de Informação e Gestão Tecnológica, Franca, v. 1, n.1, abr. 2011.

TELES, Ney Moura. Direito Penal III – Prevaricação. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2013.

TERUEL, Evandro Carlos. Principais ferramentas utilizadas na auditoria de sistemas e suas características. Universidade Nove de Julho (UNINOVE), São Paulo, 2010.

TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

TRUJILLO FERRARI, Alfonso. Metodologia da ciência. 3. ed. Rio de Janeiro: Kennedy, 2001.

TURBAN, E.; SHARDA, R.; ARONSON, J.E.; KING, D. Business Intelligence: Um enfoque gerencial para a Inteligência do Negócio. Bookman, 2008.

VASCONCELOS, Rafael Soares. Modelos de escoragem de crédito aplicados a empréstimo pessoal com cheque. 2004. Dissertação (Mestrado em Finanças e Economia Empresarial) – Escola de Pós Graduação em Economia, Fundação Getúlio Vargas, Faculdade de Economia, Rio de Janeiro, 2004.

VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005.

VICTOR, Valcí Ferreira. Sistema especialista para detecção de falhas em comandos elétricos. 2005. 166 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005.

WESTON, J. Fred; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Administração Financeira. 10. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Projetos, Dissertações e Teses em Sistemas de Informação e Gestão do Conhecimento
ISSN 2358-5501 (Online)