INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E COOPERAÇÃO NA PERCEPÇÃO DOS ATORES DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE SOFTWARE DE BELO HORIZONTE E REGIÃO METROPOLITANA

PATRÍCIA NASCIMENTO SILVA

Resumo


Atualmente, a disponibilização de informações estratégicas é cada vez mais importante para a geração de vantagem competitiva nas organizações. A Inteligência Competitiva, no Arranjo Produtivo Local (APL), contribui para que empresas de pequeno porte possam gerar competências e manter um posicionamento competitivo no mercado global. O presente trabalho tem o objetivo de identificar e analisar o compartilhamento de informações estratégicas e de inteligência competitiva pelos atores do APL de Software de Belo Horizonte e Região Metropolitana. A partir das dimensões do micro e do macroambiente organizacional, e das ações realizadas pelos atores, foi avaliada a percepção dos mesmos quanto ao compartilhamento de informações estratégicas e de inteligência. Para tanto, optou-se por realizar uma pesquisa qualitativa com os atores estratégicos do APL. Um roteiro de entrevista semiestruturado foi desenvolvido para realização das entrevistas com gestores e representantes de cada ator do APL. O roteiro é composto de quatro categorias de análise, subdivididas em subcategorias que orientam a coleta de dados. Foram entrevistados dez atores que representam o setor na região, no período de abril a agosto de 2013. Os resultados obtidos apontam que a interação entre os atores não envolve ações direcionadas ao compartilhamento de informações estratégicas e de inteligência competitiva. Como consequência, propõe-se a implantação de uma governança no APL, o monitoramento dos ambientes e um maior compartilhamento de informações estratégicas entre os atores.


Texto completo:

PDF

Referências


ALBAGLI, Sarita. Informação, territorialização e inteligência local. In: ENCONTRO

NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 5., 2003, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: ECI/UFMG, 2003.

AMORIM, M. A.; MOREIRA, M. V.; IPIRANGA, A. S. R. Aconstrução de uma metodologia de atuação nos arranjos produtivos locais(APLs) no estado do Ceará: um enfoque na formação e fortalecimento do capital social e da governança. Interações: Revista Internacional de Desenvolvimento Local, [S. l.], v. 4, n. 9, p. 25-34, set. 2004.

AUN, M. P.; CARVALHO, M. A. A.; KROEFF, L. Rubens. Aprendizagem coletiva em

Arranjos Produtivos Locais: um novo ponto para as políticas públicas de informação.

In: ENCONTRO LATINO DE ECONOMIA POLÍTICA DA INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E CULTURA - ENLEPICC , 5., 2005, Salvador. Anais... Salvador:

ENLEPICC, 2005. Disponível em:

. Acesso em: 12 fev. 2013.

BALESTRIN, A.; VARGAS, L. M. A dimensão estratégica das redes horizontais de

PMEs: teorizações e evidências. Revista de Administração Contemporânea, Curitiba,v. 8, p. 203-227, 2004. Número especial.

BARBOSA, Ricardo Rodrigues. Uso de fontes de informação para a inteligência competitiva: um estudo da influência do porte das empresas sobreo comportamento informacional. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianópolis, p. 91-102, 2006. Número especial. Disponível em:

.

BASTOS, Jaime SadaoYamassaki. Programa de pesquisa em monitoração ambiental: perspectivas e considerações metodológicas para uma agenda de desenvolvimento.

226 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, BeloHorizonte, 2010.

BAZERMAN, Max H. Processo decisório: para cursos de administração e economia.

Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 248 p.

BEZERRA, Jorge. O gestor de planejamento estratégico da informação. In: STAREC,

C.; GOMES, E. B. P.; CHAVES, J. B. L. Gestão Estratégica da Informação e Inteligência Competitiva. São Paulo: Saraiva, 2005. cap. 6, p. 87-102.

BRAGA, Fernando Antônio Pereira Braga. Inteligênciacompetitiva: nova área de atuação do profissional de comunicação social. Universitas: Arquit. e Comun. Social,

Brasília, v. 5, n. 1-2, p. 35-50, jan./dez. 2008. Disponível em:

CwQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.publicacoesacademicas.uniceub.br%2Findex.php%2Far

qcom%2Farticle%2Fdownload%2F657%2F707&ei=QIA_UpKjIon-9gSi5YCABQ&usg=AFQjCNGNtKCnTPAcgniNqoZP3_Ndfzkukw&sig2=QMKOAm

qDYcFdu94Rab8ZXA&bvm=bv.52434380,d.eWU.>. Acesso em: 12 nov. 2012.

BRASIL - Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Arranjos

Produtivos Locais – APLs. Disponível em:

. Acesso em: 27

dez. 2012.

BRASIL. Ministério da educação. Portaria normativa nº 7, de 22 de junho de 2009. Dispõe sobre o mestrado profissional no âmbito da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes. Diário Oficial da União, 23 jun. 2009.

Disponível em:

a=31&totalArquivos=88>. Acesso em: 27 mar. 2013.

BRITTO, Jorge; STALLIVIERI, Fabio. Inovação, cooperação e aprendizado no setor de

Software no Brasil: análise exploratória baseada no conceito de Arranjos Produtivos

Locais (APLs). Economia e Sociedade, Campinas, v. 19, n. 2, p. 315-358, ago. 2010.

CALHEIROS, Dimas Ozanam. Arranjo produtivo local: oportunidades e desafios para a

implantação da cadeia produtiva da vitivinicultura na região de Jundiaí.Revista da micro e pequena empresa, Campo Limpo Paulista, v. 4, n. 1, p.127-142, 2010.

CANONGIA, Cláudia; LAMB, Celina; CARVALHO, Cátia Silene de P.; VALDENIS,

Souza e Silva. Convergência da inteligência competitiva com construção de visão de

futuro: proposta metodológica de sistema de informação estratégica (SIE). DataGramaZero, [S. l.], v. 2, n. 3, jun. 2001. Disponível em:

. Acesso em: 15 mar. 2013.

CARVALHO, Adriane Maria Arantes de. Conformação de regime de informação: a

experiência do arranjo produtivo local de eletrônica de Santa Rita do Sapucaí -

MG. 248f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) -Escola de Ciência da Informação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2009. Disponível em:

CwQFjAA&url=http%3A%2F%2Fportaldeperiodicos.eci.ufmg.br%2Findex.php%2Fpci%2Farti

cle%2Fdownload%2F1143%2F749&ei=BYM_UraxJoe49gT6h4D4CA&usg=AFQjCN

E2CzpO0WUoIE74zzwnICkTnq1SWQ&sig2=SeAnQrmfltQowQRuxUq2ow&bvm=bv

.52434380,d.eWU>. Acesso em: 12 nov. 2012.

CASSIOLATO, J. E.; LASTRES, H. M. M. O foco em arranjos produtivos e inovativos locais de micro e pequenas empresas. Disponível em:

. Acesso em:

de jun. de 2013.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2005. v. 1.

CHOO, C. W. A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Editora Senac, 2003. 425 p.

CHOO, Chun W. Information management for the intelligent organization: the art

of scanning the environment. 2. ed. [S. l.]: ASIS&T, 1998. (ASIS Monograph Series).

CHOO, Chun Wei. Environmental scanning as information seeking and organizational

learning. Information Research, Lund, v. 7, n. 1, p. 1-37, 2001.

CONTI, Sérgio. Espaço global versus espaço local: perspectiva sistêmica do desenvolvimento local. In: DINIZ, Clélio Campolina; LEMOS, Mauro Borges (Org.). Economia

e Território. Belo Horizonte: UFMG, 2005. cap. 7, p. 209-252.

DE MUŸLDER, Cristiana Fernandes. Projeto de pesquisa Inteligência Competitiva e

Cooperação entre Arranjos Produtivos Locais de Minas Gerais Competitiva e Cooperação. Belo Horizonte: Fapemig, 2011.

DUARTE, R. Pesquisa qualitativa: reflexões sobre o trabalho de campo. Caderno de

Pesquisa, [S. l.], n. 115, p. 139-154, mar. 2002.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS – FIEMG.

Diagnóstico do arranjo produtivo da indústria eletrônica de Santa Rita do Sapucaí. Belo Horizonte: Fiemg/IEL-M/Sindvel, 2004. 140 p.

FREIRE, Emerson; BRISOLLA, Sandra de Negraes. Contribuição do caráter “Transversal” do Softwarepara a Política de Inovação. Revista Brasileira de Inovação, [S.

l.], v. 4, n. 1, jan./jun. 2005.

FULD, Leonard M. Inteligência competitiva: como se manter à frente dos movimentos

da concorrência e do mercado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 235 p.

GALINDO, A. G.; CÂMARA, S. F.; LOPES JÚNIOR, E. P. Identificação dos desafios

do arranjo produtivo local de tecnologia da informação de Fortaleza - CE. Organizações & Sociedade, [S. l.], v. 18, n. 57, p. 265-283, 2011.

GARCIA-ALSINA, M.; ORTOLL, E.; LÓPEZ-BORRULL, A. Aplicaciones emergentes de inteligencia competitiva en las universidades. El Profesional De La Información, [S. l.], v. 20, n. 5, p. 503-509, 03 Sept. 2011.

GASKELL. George. Entrevistas individuais e grupais. In: BAUER, Martin W.;

GASKELL, George (Ed.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual

prático. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 64-89.

GOMES, Elisabeth; BRAGA, Fabiane. Construção de um sistema de inteligência competitiva. In: STAREC, Cláudio; GOMES, Elisabeth; BEZERRA, Jorge (Org.). Gestão

estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 2005. p.

-123.

GOMES, Elizabeth; BRAGA, Fabiane. Inteligência competitiva: como transformar

informação em um negócio lucrativo. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

GOMES, Elizabeth; BRAGA, Fabiane. Inteligência competitiva: como transformar

informação em um negócio lucrativo. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

GONZÁLEZ-GÁLVEZ, P.; REY-MARTINN, C.; CAVALLER-REYES, V. Redes

sociales para la inteligencia competitiva. Propuesta de un índice sintético. El Profesional De La Información, [S. l.], v. 20, n. 5, p. 527-532, 06 Sept. 2011.

GORDON, Ian R.; McCANN, Philip. Industrial clusters: complexes, agglomeration

and/or social networks. Urban Studies, Glasgow, v. 37, n. 3, p. 513-532, 2000.

HADDAD, Paulo Roberto. Setores Produtivos Potenciais. Belo Horizonte: Sebrae/MG, 2007. 47 p.

INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Guia Básico – Programa de Computador. 2012. Disponível em:

. Acesso

em: 27 jul. 2013.

INSTITUTO EUVALDO LODI - IEL. Disponível em: .

Acesso em: 02 jan. 2013.

JAKOBIAK, F. Pratique de la veille technologique. Paris : Ed. D’Organisation, 1991.

KAHANER, Larry. Competitive Intelligence: how to gather, analyze, and use information to move your business to the top. New York: Touchstone, 1997. 330 p.

KANDA, J. Inteligência competitiva aplicada ao ambiente educacional: estudo de caso

na UFAM. In: BARBALHO, Célia Regina Simonetti; MARQUEZ, Suely Oliveira Moraes (Org.). Inteligência competitiva: reflexões e contribuições para o desenvolvimento da Amazônia. Manaus: EDUA: NEPCI, 2008. 197 p.

KUBOTA, L. C. Desafios para a indústria de Software. Brasília: Instituto de Pesquisa

Econômica Aplicada - IPEA, 2006. 53 p.

LASTRES, H. M. M.; CASSIOLATO, J. E.; MACIEL, M. L. Pequena empresa:cooperação e desenvolvimento local. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003.

LASTRES, Helena M. M. Políticas para promoção de arranjos produtivos e inovativos

locais de micro e pequenas empresas: vantagens e restrições do conceito e equívocos

usuais. In: LASTRES, Helena M. M.; CASSIOLATO, JoséEduardo (Coord.).Relatório de Atividades de Divulgação do Referencial Conceitual, Analítico e Propositivo.

IE/UFRJ, set. 2004. p. 1-9. Disponível em:

. Acessoem: 29 jan. 2013.

LEITE, Rubens Gomes. Ações e resultados do APL de software. Belo Horizonte: Prefeitura de Belo Horizonte, 2009.

LOPES, B.; DE MUŸLDER, C. F.; JUDICE, V. M. M. Inteligência competitiva e o

caso de um arranjo produtivo local de eletrônica brasileiro. Gestão & Planejamento,

Salvador, v. 12, p. 1-19, 2011.

MACHADO, S. A. Dinâmica dos arranjos produtivos locais: um estudo de caso em

Santa Gertrudes, a nova capital da cerâmica no Brasil. 2003.146 f. Tese (Doutorado em

Engenharia de Produção) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.

MARCIAL, Elaine Coutinho. Análise estratégica: estudos de futuro no contexto da

inteligência competitiva. Brasília: Thesaurus, 2011.

MARSHALL, A. Princípios de Economia. São Paulo: Abril Cultural, 1982.

MARTENDAL, Fani Lúcia. A existência de inteligência competitiva na tomada de

decisão estratégica, nas grandes empresas têxteis, do segmento cama, mesa e banho, de Santa Catarina. 2004. 109 f. Dissertação (Mestrado em Inteligência Competitiva) – Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Regional de

Blumenau, Blumenau, 2004.

MENEZES, João Gomes; MARCIAL, Elaine Coutinho. A inteligência competitiva e o

quarto canal. In: WORKSHOP BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA,

, 2001; SEMINÁRIO CATARINENSE DE GESTÃO DO CONHECIMENTO, 3.,

, Florianópolis. Anais... Florianópolis: SENAI, 2001.

MILLER, Jerry P. O milênio da inteligência competitiva. Porto Alegre: Bookman,

MORESI, Eduardo Amadeu Dutra. O contexto organizacional. In: TARAPANOFF,

Kira (Org.). Inteligência Organizacional e Competitiva. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001.

MOTTA, Fernando Cláudio Prestes; VASCONCELOS, Isabella Gouveia de. Teoria

geral da administração. 3. ed. rev. São Paulo: Thomson Leraning, 2006. 428 p.

MÜLLER, G. (Org.). Jogo Social e Governo: excertos de “Teoria General de la produccion y del juego social”. São Paulo: Fundap/Egap, 1999.

MYTELKA, Lynn; FARINELLI, Fúlvia. De aglomerados locais a sistemas de inovação. In: LASTRES, H. M. M; CASSIOLATO, J. E.; ARROIO, A. (Org.). Conhecimento, sistemas de inovação e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, Contraponto,

p. 347-378.

NADLER, D. A. ; GERSTEIN, M. S.; SHAW, R. Arquitetura organizacional: a chave para a mudança empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 1993.

NONAKA, I.; TOYAMA, R. The knowledge-creating theory revisited: knowledge creation as a synthesizing process. Knowledge Management Research & Practice, [S. l.],

v. 1, n. 1, p. 2-10, July 2003. Disponível em:

. Acesso em:

jan. 2013.

NUNES, Paulo. Conceito de vantagem competitiva. Knoow.net, São Paulo, out. 2007.

Disponível em: .

Acesso em: 10 out. 2012.

OLIVEIRA, Paulo Henrique; JOÃO, Hélio Francisco da Conceita Ernesto; MONDLANE, Nácer Samuel Abílio. Contexto competitivo, monitoramento ambiental e tomada de

decisão estratégica: o caso dos micro e pequenos varejos da região do Barro Preto em

Belo Horizonte. Ci. Inf. [online], Brasília, v. 37, n. 2, ago. 2008. Disponível em:

. Acesso em 10 fev. 2013.

PORTER, Michael E. Competição – on competition: estratégias competitivas essenciais. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 1999.

PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da

concorrência. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1991.

PRESCOTT, John E.; MILLER, Stephen H. Inteligência competitiva na prática: técnicas e práticas bem sucedidas para conquistar mercados. Rio de Janeiro: Campus,

PRESTES, Adriano Reci. A introdução do conceito e a aplicabilidade de inteligência

competitiva em hospitais de Caxias do Sul. 2009. 158 f. Dissertação (Mestrado em

Administração) – Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade de

Caxias do Sul, Caxias do Sul, 2009. Disponível em:

. Acesso em: 12 nov.

PUGA, Fernando Pimentel. Alternativas de apoio a MPMES localizadas em arranjos produtivos locais. Rio de Janeiro: BNDES, 2003. p. 3-30. Disponível em:

conhecimento/td/td-99.pdf>.

QUINELLO, Robson; NICOLETTI, José Roberto. Inteligência competitiva nos departamentos de manutenção industrial no Brasil.JISTEM - J. Inf. Syst. Technol. Manag.

(Online), São Paulo, v. 2, n. 1, 2005. Disponível em:

.

Acesso em: 13 nov. 2012.

RAPP, A.; AGNIHOTRI, R.; BAKER, T. L. Conceptualizing salesperson competitive

intelligence: an individual-level perspective. Journal of personal Selling & Sales

Management, Hartland, v. 31, n. 2, p. 141-156, Spring 2011. Disponível em:

.Acesso em: 12 nov. 2012.

REDESIST. Rede de Sistemas Produtivos e Inovativos Locais – Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Disponível em:

. Acesso em: 12 nov. 2012.

REIN, Martin. Value-critical policy analyses. In: CALLAHAN, D.; JENNINGS, B.

Ethics, the social sciences and policy analysis. New York: Plenum Press, 1983. p. 83-111.

ROEDEL, Daniel. Estratégia e inteligência competitiva. In: STAREC, Cláudio; GOMES, Elisabeth; BEZERRA, Jorge (Org.). Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 2005. p. 67-86

ROSELINO, José Eduardo. A Indústria de Software: o “modelo brasileiro” em perspectiva comparada. 2006. 216 f. Tese (Doutorado em Ciências Econômicas) - Instituto

de Economia da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2006.

SANTOS, S. C.; ALMEIDA, F. C. Os diferentes conceitos, interpretações e aplicações

de inteligência competitiva. Revista Científica FAIS, [S. l.], v. 9, p. 46-58, 2009. Disponível em:

>. Acesso em: 13 nov. 2012.

SCHIAVETTO, Fernando; ALVES, Carlos Alberto. A identificação dos arranjos produtivos locais: uma análise sobre sua constituição nocontexto regional e nacional. Revista

Eletrônica de Administração – REA, [S. l.], ano 14, v. 8 [v. 14], n. 1, jan./jun. 2009.

SCHMITZ, Hubert. Eficiência coletiva: caminho de crescimento para a indústria de

pequeno porte. Ensaios FEE, Porto Alegre, v. 18, n. 2, p. 164-200, 1997.

SCHWARTZ, P. The art of long view: planning for the future in an uncertain world.

New York: Doubleday, 1996.

SEBRAE. Pesquisa do Perfil dos Profissionais de Tecnologia da Informação. 2010.

Disponível em: . Acesso em: 01nov. 2012.

SECTES. Softwarede Minas - A indústria de softwareem MG. 2009. Disponível em:

. Acesso em: 10mar. 2013.

SILVA, Helena Pereira da. Inteligência competitiva na internet: um processo otimizado

por agentes inteligentes. Ci. Inf., Brasília, v. 32, n. 1, p. 115-134, abr. 2003. Disponível

em: .Acesso em: 12 nov. 2012.

SINDINFOR. Atlas Tecnológico de Minas Gerais. Belo Horizonte: DLO, 2010.

STAREC, Claudio; GOMES, Elisabeth; BEZERRA, Jorge. Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 2006. 351 p.

STOKER, G. Governance as theory: five propositions. International Social Science

Journal, [S. l.], v. 50, Issue 155, p. 17‐28, Mar. 1998.

SUZIGAN, W.; FURTADO, J.; GARCIA, R.; SAMPAIO, S. Clusters ou sistemas locais de produção: mapeamento, tipologia e sugestõespolíticas. Revista de Economia

Política, [S. l.], v. 24, n. 4, p. 543-562, 2004.

TARAPANOFF, K. (Org.). Inteligência, informação e conhecimento em corporações. Brasília: IBICT; UNESCO, 2006. p. 73-98.

TARAPANOFF, Kira. (Org.). Inteligência Organizacional e Competitiva. Brasília:

Editora UnB, 2001. 344 p.

THORELLI, Hans B. Networks: between markets and hierarchies. Strategic Management Journal, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 37-51, 1986.

TURBAN, E. Decision support and expert system: management support systems.

New Jersey: Prentice Hall, 1995.

VAITSMAN, Hélio Santiago. Inteligência empresarial: atacando e defendendo. Rio

de Janeiro: Interciência, 2001. 211 p.

VALENTIM, M. L. P. et al.O processo de inteligência competitiva em organizações.

DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 4, n. 3, p. 1-23, jun.2003. Disponível em:

. Acesso em: 03 jun. 2013.

VASCONCELLOS FILHO, P.; PAGNONCELLI, D. Construindo estratégias para

vencer. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

VERGARA, S. C. Projetos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005.

VERSCHOORE, Jorge Renato; BALESTRIN, Alsones. Ganhos competitivos das empresas em redes de cooperação. Revista de Administração Eletrônica, São Paulo, v. 1,

n. 1, art. 2, jan./jun. 2008.

VIDIGAL, F. Inteligência competitiva: mapeamento de metodologias e uso estratégico

da informação em organizações brasileiras. 2011. 315 f. Tese (doutorado em Ciência da

Informação) – Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011

VIEIRA, M. M. F.; ZOUAIN, D. M. (Org.). Pesquisa qualitativa em administração:

teoria e prática. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005. 237 p


Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Projetos, Dissertações e Teses em Sistemas de Informação e Gestão do Conhecimento
ISSN 2358-5501 (Online)