QUALIDADE DA INFORMAÇÃO: ANÁLISE TEXTUAL AUTOMATIZADA DE PUBLICAÇÕES EM WEBJORNAIS E CRITÉRIOS DE QUALIDADE PERCEBIDOS PELO LEITOR.

TIAGO ANTÔNIO DE ARAÚJO

Resumo


Este projeto busca mensurar a qualidade da informação percebida pelo usuário/leitoratravés de análise textual automatizada de publicações em webjornais Nessesentido, busca-se identificar e analisar a concepção de qualidade informacional,tendo como parâmetro principal o usuário, em relação a seu entendimento. Paratanto, desenvolve-se uma discussão teórica sobre a qualidade da informação,conceito de informação e webjornalismo, buscando questões que permitirão umaabordagem diferente da mensuração objetiva de parâmetros para determinar aqualidade da informação. A pesquisa começará pela entrevista com usuários/leitoresdos webjornais delimitados em nosso universo, com objetivo de analisar apercepção de critérios de qualidade e identificar os parâmetros adotados por eles navalidação/qualificação da informação. Posteriormente, a ferramenta OGMA - atravésda função cálculo da similaridade entre documentos - será utilizada, emquestionamentos específicos da entrevista, para a extração de informaçõesquantitativas. As questões teóricas basearão a pesquisa empírica, centrada empublicações jornalísticas extraídas de diferentes webjornais do estado de MinasGerais. E as informações colhidas nas etapas supracitadas serão confrontadas a fimde alinhas as informações aos objetivos deste projeto.

Texto completo:

PDF PDF

Referências


ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ÁLVAREZ, A.C. Extração de Informação de Artigos Científicos: uma abordagem baseada na indução de regras de etiquetagem. 2007. 131 p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Computação e Matemática Computacional). Instituto de Ciências de Computação e Matemática Computacional, Universidade São Paulo, São Carlos, 2007.

ARAÚJO, Vânia M. R. H. Sistemas de informação: nova abordagem teóricoconceitual. Ciência da Informação, Brasília, v. 24, n. 1, p. 54-76, jan./abr. 1995.

BACHELARD. G. A filosofia do não. São Paulo: Abril Cultural. p.4-87, 1978.

BARROS, F.A; ROBIN, J. Processamento de Linguagem Natural. In: Congresso da Sociedade Brasileira de Computação, Recife, 2007.

BELKIN, N.K. Information concepts for information science. Journal of Documentation of the American Society for Information Science, v.34, n.1, p. 55-85, March/1978.

BUCKLAND, K. Michael. Information as a thing. Journal of the American Society for Information Science, Silver Spring, v.42, n.5, p.351-360, 1991.

CAPURRO, Rafael & HJORLAND, Birger. The Concept of Information. Annual Review of Information Science and Technology, Sylver Spring, v. 37, p. 343-411, 2003.

CHAVES, C. J. A participação das fontes formais na qualificação da notícia, p. 239, 2005.

CHAVES, Consuelo (2000). A qualidade da informação jornalística. Belo Horizonte, 273p. Dissertação (mestrado), Escola de Ciência da Informação, UFMG.

CHIZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortês, 1995.

DEELY, John. Semiótica básica. São Paulo: Ática, p.192, 1990.

DERVIN, Brenda. Information design: something new, something old. Dervin.1@osu.edu. Seatle, 1996.

DIAS, M. A. L. Extração Automática de Palavras-Chave na Língua Portuguesa Aplicada a Dissertações e Teses da Área das Engenharias. Dissertação de Mestrado. Campinas: FEEC-UNICAMP, 2004.

DIAS-DA-SILVA, B.C. et al. Introdução das Línguas Naturais e Aplicações. São Carlos: NILC, Série de Relatórios do NILC, NILC-TR-07-10. São Carlos,p. 121, 2007.

ECO, Humberto. Lector in Fabula. São Paulo: Perspectiva, p.219,2004.

FOLHA DE S. PAULO. Manual de redação. São Paulo: Publifolha, p. 391, 2001.

FRANTZ, V.; Shapiro, J.; Voiskunskii, V. Automated Information Retrieval: Theory and Methods. San Diego, CA: Academic Press, p. 365, 1997.

GAIZAUSKAS, R.; WILKS, Y. Information extraction: Beyond document retrieval. Journal of Documentation, v. 54, n. 1, p. 70-105, 1998.

GARCIA, Luiz (Org). Manual de redação e estilo. São Paulo: Globo, p. 171, 1992.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Editora Atlas, 1999.

GONZÁLEZ DE GOMEZ, Maria Nélida. O objeto de estudo da Ciência da Informação: paradoxos e desafios. Ciência da Informação, Brasília, v.19, n.2, p. 117- 122, 1990.

IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.

IVC. Instituto Verificador de Circulação, 2012.

JOHANSEN, Jorgen Dines. Dialogic semiosis: an essay on signs and meaning. Bloomington e Indianapolis: Indiana University Press, p. 357,1993.

KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, implantação e controle. São Paulo: Atlas, 1998.

LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro e São Paulo: Record, p. 189, 2004.

LAVILLE, Christian, DIONNE Jean. A construção do saber. Belo Horizonte: UFMG, 1998.

LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. Brasília: Briquet de Lemos Livros, p. 5, 1996.

MAIA, Luiz Cláudio Gomes. Uso de sintagmas nominais na classificação automática de documentos eletrônicos [manuscritos]. Minas Geais, 2008.

MANNILA, H. Data Mining: Machine Learning Statistic In Database. Departamento Of Computer Science, University Of Helsinki, 1997.

MARCHAND. D. Managing information quality. In: WORMELL, I. (Ed.) Information quality: definitions and dimensions. London: Taylor Graham, p. 7-17, 1990.

MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.

MARTINS, Eduardo (Org). Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo. São Paulo: Moderna, p. 400, 1997.

MATOS, P.F. Metodologia de Pré-processamento Textual para Extração de Informação sobre efeitos de Doenças em Artigos Científicos do Domínio Biomédico. 2010. 161 p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Computação). Programa de Pós- Graduação em Ciência da Computação, Universidade Federal São Carlos, São Carlos, 2010.

MATTAR, F. N. Pesquisa de marketing: edição compacta. São Paulo: Atlas, 1996.

MIELNICZUK, Luciana. Jornalismo na web: uma contribuição para o estudo do formato notícia na escrita hipertextual. 2003. (Doutorado em Comunicação). Faculdade de Comunicação, UFBA, Salvador, 2003.

MOURA, Maria Aparecida. Semiótica e mediações digitais: o processo de criação e recepção de hipermídias. 2002. (Doutorado em Comunicação e Semiótica) - Puc- SP, São Paulo, 2002.

NEHMY, Rosa. Leitura epistemológico-social da qualidade da informação. 1996. (Mestrado em Ciência da Informação) – Escola de Ciência da Informação, UFMG, Belo Horizonte, 1996.

NÖTH, Winfried. Panorama da semiótica. São Paulo: Annablume, p. 149, 2005.

OLIVEIRA, F.A.D. Processamento de linguagem natural: princípios básicos e a implementação de um analisador sintático de sentenças da língua portuguesa. Rio Grande do Sul, 2004.

ORENGO, V. M.; HUYCK, C. R. A Stemming Algorithim for The Portuguese Language. In: Proceedings of the SPIRE Conference. Laguna de San Raphael: [s.n.],p. 13-15, 2001.

PEIRCE, Charles S. (1982-). Writings of C. S. Peirce. A chronological edition, Max Fisch et al. (org.) Vols. 1-6. Bloomington: Indiana University Press. Apud: SANTAELLA, Lucia & NÖTH, Winfried. Comunicação e Semiótica. São Paulo, Hacker Editores, p. 248, 2004.

PLAZA, Julio. Tradução intersemiótica. São Paulo: Perspectiva, p.217, 2003.

RILOFF, E; JONES, R. Learning Dictionaries for Information Extraction by Multi-Level Bootstrapping. In Proceedings of AAAI-99,1999.

SANTAELLA, Lucia & NÖTH, Winfried. Comunicação e Semiótica. São Paulo: Hacker Editores, p.248, 2004.

SANTAELLA, Lucia. A teoria geral dos signos: como as linguagens significam as coisas. São Paulo: Pioneira, p.153, 2004.

SANTOS, D. Introdução ao Processamento de Linguagem Natural através das Aplicações. [S.l.]: Tratamento das Línguas por Computador – Uma Introdução à Lingüística Computacional e suas Aplicações, 2001.

SANTOS, D. Introdução ao Processamento de Linguagem Natural através das aplicações. Lisboa, 2001.

SARACEVIC, T. Definitions and conceptual framework. In: SARACEVIC, T & WOOD, J. Consolidation of information. Paris: Unesco, p. 9-29, 1981.

SILVA JÚNIOR, José Afonso. Do hipertexto ao algo mais: usos e abusos do conceito de hipermídia pelo jornalismo on-line. In: LEMOS, André & PALACIOS, Marcos (org.). Janelas do ciberespaço: comunicação e cibercultura. Porto Alegre: Sulina, p.128-139, 2004.

SILVA JÚNIOR, José Afonso. Jornalismo 1.2: características e usos da hipermídia no jornalismo, com estudo de caso do grupo Estado de São Paulo. 2000. (Mestrado em Comunicação e Cultura Contemporânea) – Faculdade de Comunicação, UFBA, Salvador, 2000.

SOUSA, Jorge Pedro. As notícias e seus efeitos. Coimbra: Minervacoimbra, 2000.

SQUARISI, Dad. Manual de redação e estilo. Brasília: Fundação Assis Chateaubriand, p. 324, 2005.

STAHL, M. J., BARNES, W. K., GARDIAL, S. F., PARR, W. C. & WOODRUFF, R. B. (1999). Customer- Value Analysis Helps Hone Strategy.

UNESCO. Indicadores de desenvolvimento da mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação. Brasília: UNESCO, 2010.

VIEIRA, R; LIMA, V.L.S. Lingüística Computacional: princípios e aplicações. Rio Grande do Sul, 2004.

YANGARBER, R.; GRISHMAN, R. Extraction Pattern Discovery through Corpus Analysis. TR- 00-143, The Proteus Project, New York University. In: Proceedings of the Workshop Information Extraction meets Corpus Linguistics, Second International Conference on Language Resources and evaluation (LREC 2000), Athens, Greece, 2000.

ZILLER, J. Qualidade da informação em webjornais: a demanda e a tradução intersemiótica, 2005.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Projetos, Dissertações e Teses em Sistemas de Informação e Gestão do Conhecimento
ISSN 2358-5501 (Online)