A APROPRIAÇÃO E O USO DO TERRITÓRIO COMPREENDIDO PELOS MUNICÍPIOS MINEIROS DA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO E AS FORMAS CULTURAIS DE APROPRIAÇÃO RECONHECIDAS PELA POPULAÇÃO, QUE RESISTEM AO TEMPO

José Henrique da Silva Júnior

Resumo


Este artigo faz considerações, a partir de uma abordagem geoistórica, sobre a apropriação e o uso do território compreendido pelos municípios mineiros da Bacia do Rio São Francisco. Procurou-se verificar a existência e importância, enquanto agente condicionador do reordenamento do território, de identidades regionais e de valores e significados culturais de apropriação, reconhecidos pela sua população, estabelecidos ao longo do tempo, que se manifestam segundo antigos conceitos e tradições responsáveis pela conservação do ambiente, da paisagem e de sua gente e que resistiram ao tempo. Frente a essa compreensão, pretendeu-se responder: quais elementos e atividades foram importantes para a formação do território em questão? Onde estão os indícios? Quais heranças geoistóricas são relevantes? Quais estão preservadas? Haverá ainda uma população voltada para essas atividades? Onde estará? Existem descendentes dessa população? A que atividades aqueles atores sociais se dedicam hoje?

Palavras-chave


Bacia do rio São Francisco; apropriação territorial; uso do território; identidades regionais; valores; significados culturais de apropriação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21714/pretexto.v8i1.438

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Revista Pretexto
ISSN 1984-6983 (Online)
ISSN 1517-672x (Impressa)
Classificação Qualis CAPES - B2 - Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo