A FORMAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA EM CLIENTES BANCÁRIOS

Tiago Zardin Patias, Marta Von Ende, Clandia Maffini Gomes, Lúcia Rejane da Rosa Gama Madruga

Resumo


Este artigo objetiva compreender como clientes do setor bancário formam suas percepções de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). Testou-se um modelo causal numa amostra de 242 clientes bancários, para explicar como os consumidores em geral formam suas percepções sobre a RSC, incluindo três variáveis como antecedentes: a congruência entidade-RSC, a atribuição de motivações corporativas e a credibilidade da entidade. Essas variáveis são consideradas condicionantes diretos da imagem da RSC das empresas. Confirmou-se a implicação da congruência RSC-organização nas variáveis moderadoras atribuição motivacional e credibilidade corporativa, bem como diretamente na percepção da RSC. A influência da atribuição motivacional na credibilidade corporativa foi confirmada, no entanto não foi confirmado seu efeito direto na percepção da RSC. Por fim, foi também confirmado o efeito da credibilidade corporativa na percepção da RSC.


Palavras-chave


Responsabilidade social corporativa. Imagem. Bancos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21714/pretexto.v18i3.3785

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Revista Pretexto
ISSN 1984-6983 (Online)
ISSN 1517-672x (Impressa)
Classificação Qualis CAPES - B2 - Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo