Nas trilhas da FUMEC

Profa. Dra. RENATA FELIPE SILVINO

Resumo


A interpretação ambiental deve ser considerada como uma atividade dinâmica e participativa (ROBIM & TABANEZ,1993, p.65) e situa-se como uma importante ferramenta a serviço da Educação Ambiental (EA). Um bom exemplo disso são as trilhas interpretativas, trajetos percorridos em uma determinada área do ambiente, com um roteiro prévio, que segundo Di Tullio (2005, p.9) constituem uma estratégia educativa capaz de transcender os aspectos cognitivos da aprendizagem, proporcionando oportunidades de desenvolvimento dos aspectos afetivos e habilidades dos participantes. O projeto de extensão da Universidade Fumec 'Nas trilhas da Fumec: estratégias de educação ambiental para a sustentabilidade e bem estar' surge a partir desta perspectiva e objetiva a elaboração e aplicação de trilhas interpretativas e demais estratégias de EA. O projeto foi concebido, em seu início, agosto de 2016, para atender alunos do ensino fundamental de escolas próximas do Parque Estadual do Sumidouro – PES localizado, segundo Berbert-Born (2000, p.415), em uma das regiões brasileiras mais importantes em termos de paisagem cárstica carbonática e da história das ciências naturais do país: o Carste de Lagoa Santa. O PES, situado nos municípios de Lagoa Santa e Pedro Leopoldo, MG, possui diversas trilhas potenciais, mas nem todas disponibilizadas para o público por falta de guias e desenvolvimento de roteiros. No entanto, no decorrer do projeto, vimos o potencial de se trabalhar, também, com o Parque Municipal Professor Amílcar Vianna Martins, no município de Belo Horizonte, localizado ao lado da Universidade Fumec, possibilitando contemplar a comunidade acadêmica e a vizinhança da Universidade.

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