POLÍTICAS PÚBLICAS E JUSTIÇA SOCIAL: UMA REFLEXÃO SOBRE O FENÔMENO DA APOROFOBIA PROPOSTO POR ADELA CORTINA

Anna Paula Bagetti Zeifert, Janaína Machado Sturza, Vitória Agnoletto

Resumo


Nas sociedades atuais, em seus contextos social, político e jurídico, as políticas públicas de inclusão social tornam-se essenciais e urgentes, especialmente diante de tantos fenômenos excludentes, advindos, sobretudo, da desigualdade, da pobreza e da discriminação. O presente artigo tem por objetivo analisar, através de dados indicados pela CEPAL, a persistência da desigualdade nas sociedades, especialmente enquanto obstáculo contra o desenvolvimento econômico e social, e, por consequência, um impeditivo para os avanços na erradicação da pobreza, na expansão da cidadania e no exercício de direitos humanos e fundamentais. Nesse sentido, Adela Cortina fomenta uma reflexão sobre a pobreza e os fenômenos sociais relacionados, propondo a ideia de aporofobia – rejeição, aversão e desprezo pelos pobres. Através de um estudo bibliográfico, tendo como método de abordagem o hipotético dedutivo, verificou-se que a implementação de políticas públicas que de fato (e não somente de direito) promovam a inclusão social, erradicando minimamente a desigualdade, são essenciais para a promoção da cidadania ativa e para assegurar direitos a todo o ser humano na condição de vulnerabilidade extrema.

Palavras-chave


Aporofobia. Inclusão Social. Justiça Social. Políticas Públicas.

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Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC
ISSN 1980-2072 (Impressa)
ISSN 2238-6939 (Online)
Universidade FUMEC
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde (FCH).