O “POVO” E AS DISFUNÇÕES MÍTICAS DA REPRESENTATIVIDADE POLÍTICA NO BRASIL

Denisson Gonçalves Chaves

Resumo


A democracia apresenta-se muitas vezes como um fetiche da ciência política moderna. Dois elementos são fundamentais no contemporâneo significado de Estado democrático, trata-se dos conceitos de povo e representatividade. São termos complementares, cuja dissociações é impensável. Porém, apesar do vasto número de obras sobre o assunto tem-se várias lacunas sobre os temas, especialmente quando se busca desmistificar a democracia. Desse modo, o presente trabalho tem como objetivo analisar os mitos que se constroem através do termo "Povo" e do exercício da representatividade no Brasil. Utilizando-se de uma metodologia analítica e interdisciplinar, buscar-se-á elencar algumas das irregularidade operacionais do sistema representativo brasileiro, que se resolveu denominar de disfunções míticas. Conclui-se que para que o Direito Eleitoral, assim como a própria ciência política possa, progredir neste quesito faz-se necessário uma abertura linguística sobre o termo povo e o combate das principais disfunções míticas que assolam o modo de fazer política no País.


Palavras-chave


Povo; Representatividade; Mito; Direito Eleitoral Brasileiro

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DOI: https://doi.org/10.46560/meritum.v11i1.4891

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Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC
ISSN 1980-2072 (Impressa)
ISSN 2238-6939 (Online)
Universidade FUMEC
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde (FCH).