ENTRE A UTOPIA BARBOSIANA E A REALIDADE DE CARAVELAS: o pensamento político-constitucional da Monarquia de 1824 e da República de 1891

Alexandre Pedro Moura D'Almeida, Guilherme Miraldi da Silva Santos

Resumo


O pensamento político-constitucional que envolve a formação da Monarquia brasileira de 1824 e da República de 1891 é fundamentalmente produto da recepção das teorias que circulam nos países cêntricos em seu tempo. A forma como essas ideias são recebidas e aplicadas diferem na proposição ideológica de cada um dos personagens históricos. Federalista, republicano, liberal radical e idealista, Rui Barbosa é o principal personagem na elaboração da Constituição de 1891. Monarquista, liberal oitocentista, ilustrado e realista, Marquês de Caravelas é o principal personagem na elaboração da Constituição de 1824. A Monarquia durou 65 anos e tinha como objetivo a formação do Estado brasileiro. A República de 1891 durou 39 anos e tinha como objetivo a democratização do país e a libertação do povo. A República foi um fracasso desde o início, já a Monarquia foi capaz de criar um Estado. A diferença de abordagem metodológica, a sujeição intelectual nacional e o pensamento desses personagens é o que se propõe a investigar, para tanto, far-se-á uma revisão literária específica, assim como a análise dos discursos escritos pelos personagens escolhidos.


Palavras-chave


Pensamento político brasileiro; idealismo utópico; idealismo orgânico; constitucionalismo brasileiro.

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DOI: https://doi.org/10.46560/meritum.v11i1.4816

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Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC
ISSN 1980-2072 (Impressa)
ISSN 2238-6939 (Online)
Universidade FUMEC
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde (FCH).